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domingo, 25 de julho de 2010

Absurdo! Mãe diz ter sido agredida por controlar filho autista.

Geise recebe orientações de instituições especializadas sobre como lidar com crianças autistas.
A proibição de castigos físicos em crianças e adolescentes ainda é um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional. Mas, além da polêmica que suscita, também já vem servindo de justificativa para atos de intolerância e para mascarar a falta de conhecimento. A vítima, a mãe de uma criança autista, foi agredida dentro de um ônibus, enquanto tentava conter o surto da criança de 11 anos.
O caso ocorreu na última terça-feira, dia 20, quando a dona de casa Geisa de Oliveira Sapucaia, 37, levava o filho, de 11 anos, para uma consulta odontológica. O problema dentário, que perdura há um ano,  tem deixado a criança irritada e menos acessível à imposição de limites.
Geisa, que mora em Simões Filho, estava num coletivo a caminho do Itaigara, quando o menino começou a tentar arrancar a lâmpada do ônibus. “Tive que contê-lo. Nós, mães de autistas, sabemos como fazer isso sem deixar marcas porque somos instruídas no Caps (Centro de Atenção Psicossocial) e na AMA (Associação de Amigos do Autismo da Bahia)”, diz Geisa. Uma passageira, contudo, desconhecia a situação e revoltou-se. “Você é uma mãe vagabunda. Vá procurar ajuda. Dê a criança para o Conselho Tutelar ”, teria dito a mulher, instigando os demais passageiros – duas pessoas que a acompanhavam e o cobrador.

Geisa admite que ficou nervosa e revidou com xingamentos. Foi então que, segundo seu relato, o cobrador e um passageiro a seguraram e a agressora, de nome Valdineia de Jesus Afonso, de acordo com registro policial, e sua prima, passaram a bater em Geisa. Ela conta que a sessão de chutes e tapas durou cerca de 15 minutos. O motorista teria se mantido impassível fazendo o trajeto do ônibus. “Quase fui linchada. Recebi chutes nas costas e cabeça, tamancada no rosto. Consegui forças para sair da situação. Foi quando me soltei e corri para o motorista”, conta Geisa, mostrando hematomas na cabeça e dizendo estar com dor na nuca, fruto das agressões físicas. 

O grupo parou  na Delegacia de Crimes Econômicos e contra a Administração Pública (Piatã), sendo conduzido por agentes da unidade para a 12ª Delegacia (Itapuã), onde foi registrada a ocorrência e o delegado Jorge Braz expediu a guia para exame médico-legal da mãe e da criança.

Reportagem retirada na integra: http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5134526

 Com Base na noticia acima, venho me perguntar como devemos proceder, será que as crianças autistas terão de andar com um rotulo/carteirinha ou algo que a identifiquem? Será que não deve haver maior exclareciemnto para a população sobre o que são pessoas autistas? aguardo nos comentarios a opnião de vocẽs.

 

terça-feira, 20 de julho de 2010

Autismo e Educação

Fonte da foto: http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2008/03/autismo.jpg


A educação de pessoas autistas não têm recebido até então a atenção necessária, disso estamos cientes. Nem mesmo a educação especial tem dado conta desse alunado, cuja sensibilidade se mistura com ares de quem não compreende a vida, provoca inúmeros sentimentos e abala a segurança de profissionais cuja competência é evidente. Mas, se há profissionais capazes o que falta? Informação! Esta é a palavra chave. E é esta informação que precisamos fazer chegar a estes profissionais.
O novo, desconhecido, diferente, não abala e fragiliza somente nossos alunos autistas, mas ao homem de maneira geral.
Há quatro anos trabalho com crianças autistas e até hoje vivo a solidão de ser única na escola onde leciono. Tenho investido na divulgação do que é possível, nos vários trabalhos e das competências que podem ser desenvolvidas com nossas crianças, desta capacidade que está no interior de cada uma delas esperando para ser exposta, para desabrochar e dar os frutos que sabemos ser doce...
Na solidão de minha sala de recursos, sonho dia-a-dia com o investimento na educação de nosso pequeninos, no despertar de mais profissionais, de ter e dar opções e adequar o trabalho que hoje é oferecido de forma tímida e isolada. Mas sei, que sozinha, sem o investimento dos sistemas de ensino, pouco posso pode fazer.
Estamos a muito, em banho maria, é preciso aumentar a chama do profissional determinado, empreendedor. Mostrar que todo bom trabalho é como a terra, precisa ser preparada, adubada, para então germinar as sementes nela depositada.
Nosso trabalho, como essa semente para se tornar uma bela árvore necessita de carinho (investimento pessoal), água (capacitação/informação), e calor (união de esforços), coisas fundamentais para que se possa ter e desenvolver uma prática educacional adequada e eficaz. Que supra a necessidade de nossas crianças e dê maior satisfação profissional, e esta vem do progresso de nosso alunos, que na sutileza do seu modo de ser, clama por seus direitos, tão bem declarados nos inúmeros documentos e leis mas, tão esquecidos na prática.


Vania Viana – Professora de Educação Especial



Postagem retirada na integra do site: http://www.autistas.org/autismo_educacao.htm

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Uma Nova Visão sobre o Autismo



Uma Nova Visão sobre o Autismo:Uma Carta do Dr. Stanley Greenspan


Hoje parece que quase todo mundo conhece um amigo ou um parente que tem uma criança com algum transtorno do desenvolvimento. Não é surpresa, uma vez que as estatísticas atuais colocam uma criança a cada 116 no espectro autista. Essa estatística alarmante alavancou o lançamento recente de uma campanha de dez anos do governo federal para entender e tratar as crianças com transtorno do espectro autista (TEA). Mas se queremos mesmo mudar a perspectiva dessas crianças, precisamos começar a mudar as nossas concepções.O que se sabia antes em relação ao potencial de crianças com esses transtornos era profundamente pessimista. A abordagem comportamental amplamente utilizada para o tratamento ensina habilidades de rotina com o principal objetivo de mudar comportamentos, e a percepção é de que as dificuldades dessas crianças nas áreas da leitura de estímulos emocionais, da empatia e do pensamento criativo representam limitações permanentes que não podem ser tratadas.Mas elas podem. As crianças originalmente diagnosticadas com ASD podem aprender a se relacionar, amar outros profundamente e muitas podem aprender a se comunicar e pensar criativa e logicamente. Em contraste ao modelo mais antigo, a nova abordagem reconhece que cada criança possui um caminho único para o distúrbio, e, portanto, cada caminho da criança para a melhoria pode também ser único. Além de superar os sintomas, o objetivo do tratamento do novo modelo é ajudar a criança a dominar os marcos emocionais saudáveis que foram perdidos na sua fase de desenvolvimento inicial, e que nós agora sabemos que são críticos para o aprendizado. Construir essas bases ajuda as crianças a superar os seus sintomas de maneira mais eficiente, em vez de simplesmente tentar alterar os sintomas em si.

Tome o caso de "David". Aos 2 anos e meio, David não conseguia utilizar-se da linguagem de maneira significativa e fazia muito pouco contato visual com os outros. Ele iniciava um comportamento repetitivo, colocando carros em filas muitas e muitas vezes. O programa de tratamento de David com base no modelo antigo de tratar os sintomas o ajudou a memorizar mais palavras, mas ele não se tornava mais espontâneo ou interagia com os outros.
Era claro que David estava perdendo peças cruciais do seu desenvolvimento primário. O nosso objetivo era ajudá-lo a aprender a apreciar uma intimidade verdadeira com a sua família, responder a estímulos sociais e emocionais, e a usar uma linguagem compreensível. Para isso, nós tivemos de descobrir que ele era supersensível ao som - a voz humana normal era quase assustadora para ele - e ele ficava confuso com o que escutava e via, tornando difícil para ele apreciar a intimidade, se comunicar ou pensar. David também tinha dificuldade para descobrir como executar ações que exigissem mais de um passo, tal como correr atrás da bola e trazê-la de volta. Isso dificultava a sua interatividade social.
Ao trabalharmos com a família num programa compreensivo para lidar com as peças faltantes no desenvolvimento de David, nós fomos gradualmente capazes de criar experiências onde ele poderia sentir prazer numa relação mais próxima e calorosa com a sua família, e iniciar uma comunicação natural de troca com gestos e palavras.
No jardim de infância, David era capaz de se relacionar com outros com um afeto real. Ele tinha vários amigos e um senso de humor travesso. Ele estava numa sala de aula convencional e até apresentou habilidades precoces de leitura e de matemática. David agora com quinze anos é caloroso, criativo e popular com os colegas - como qualquer adolescente típico. Enquanto nem todas as crianças com dificuldades de desenvolvimento substanciais terão esse tipo de progresso, a maioria das crianças utilizando a abordagem moderna do desenvolvimento está dando passos largos e significativos nas áreas sociais e emocionais, bem como no crescimento intelectual.
O modelo moderno tem o potencial para revolucionar a identificação e a intervenção desde o início. Numa ampla pesquisa de saúde conduzida pelo Centro Nacional para as Estatísticas da Saúde, a adição de marcos emocionais descritas nesse novo modelo resultou na identificação de 30% mais crianças com risco de problemas de desenvolvimento. E numa análise de 200 casos utilizando esse novo modelo, observou-se um subgrupo de crianças com desenvolvimento de habilidades que anteriormente acreditava-se que crianças diagnosticadas com ASD não conseguiriam: intimidade com adultos e colegas, empatia, criatividade e pensamento lógico. Como David, essas crianças participam de programas de educação regulares e fizeram progressos acadêmicos excelentes.

Infelizmente, os novos conceitos ainda não são amplamente utilizados. Em nossa avaliação, mais de 90% das clínicas e centros médicos gastam menos de dez minutos observando as crianças interagindo espontaneamente com os seus cuidadores quando conduzem avaliações de desenvolvimento. Isso resultou em numerosos erros de diagnósticos, subestimação das habilidades das crianças, e recomendações de tratamento com ênfase insuficiente dos pontos fortes nos relacionamentos e família.

As famílias e os clínicos precisam ter acesso a essa abordagem moderna para a identificação e o tratamento que está trazendo melhores resultados para as crianças. Com esse novo modelo, nós podemos fazer um trabalho melhor ao identificar ainda mais cedo as crianças em risco, em vez de esperar pelo aparecimento dos sintomas. Nós podemos ajudar as crianças a se tornarem mais calorosas, relacionadas e engajadas. E podemos definir o potencial de cada criança não pelas limitações assumidas, mas pelo seu próprio crescimento.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Autismo e Histórias Sociais





As histórias sociaisl são usadas para ensinar habilidades sociais às crianças com autismo. A história social é uma simples descrição de uma situação cotidiana social, escrito a partir da perspectiva de uma criança. As histórias sociais podem ser usadas em diferentes situações. Por exemplo: a histórias sociais pode ajudar uma criança a se preparar para as próximas mudanças na rotina; ou aprender as interações sociais adequadas para situações que se deparam. O idéia é que a criança ensaie a história antes do tempo, com um adulto. Então, quando a situação realmente acontece, a criança pode usar a história para ajudar a orientar o seu comportamento.
Cada história social usa diversos tipos de frases:


· frases descritivas (De) que mostra: o que, onde e por que. Detalhes sobre a situação para que a criança seja capaz de reconhecer quando a situação realmente ocorre.


· frases Diretiva (Di) diz a criança as respostas sociais adequadas nessa situação.


· frases Perspectivas (P) descrevem às crianças, possíveis sentimentos ou respostas.


· frases afirmativas (A) se refere a uma regra ou opinião partilhada.


· frases Cooperativa (Co) descrevem como as outras pessoas irão ajudar em uma situação dada.


· frases de Controle (Cn) são criados pela criança, para ajudar a lembrar as estratégias de acomodação.


Por exemplo, um história social utilizando todos os seis tipos de frase é:


Quando vamos à loja de calçados, Haverá muitos sapatos para escolher. (De)
Eu não poderia saber quais são os sapatos que eu gosto. (P)


Que está tudo bem com todos. (A)


Eu posso “brincar” com minha corda, enquanto eu decido. (CN)


Quando eu decidir sobre os sapatos, vou dizer o adulto. (Di)


O adulto vai conseguir sapatos para mim. (Co)

As histórias sócias, geralmente são escritas por professores, terapeutas ou pais. E são escritas de forma individual, para cada criança.

As histórias sociais são escritas em primeira pessoa, no tempo presente, e do ponto de vista da criança. Os pais, professores e terapeutas devem escrever a história de acordo com vocabulário e compreensão do nível da criança. A história é escrita e colocada em formato de livreto. Assim que estiver pronto, um adulto deverá ler a história com o filho pelo menos duas vezes, mesmo se a criança é capaz de ler. O adulto então verifica se a criança compreende os elementos importantes, utilizando uma lista ou role-playing a situação ("Vamos fingir que estamos na loja de sapatos. O que acontece depois?") Depois disso, a criança revê a história de cada dia . Para as crianças que não podem ler, o áudio ou livros de imagens da história pode ser feito para que a criança se a cada dia. Por fim, o eficácia de cada história será quando o comportamento foi aprendido.


As histórias sócias podem ser esclarecedoras e agradáveis. Uma criança respondeu: "Agora eu sei o que fazer!" , após a primeira leitura de um história social sobre o comportamento na hora do almoço. Mais tarde, depois de usar a história por cerca de seis semanas, a criança comentou: "Eu nem sequer preciso ler a história. Agora eu me lembro dele.”

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Estudos sobre autismo em análise do comportamento: aspectos metodológicos



RESUMO
A pesquisa na Análise do Comportamento tem contribuído para a identificação e compreensão das variáveis que afetam o repertório de indivíduos autistas. Este trabalho visou identificar aspectos metodológicos na produção desta área com essa população. A análise dos trabalhos identificou duas linhas distintas, porém complementares, de pesquisa. Uma delas parece buscar a identificação das variáveis que atuam no estabelecimento de controle de estímulos. A outra procura o estabelecimento e manutenção de operantes verbais. Os aspectos metodológicos analisados foram a natureza dos estímulos utilizados, os critérios de escolha dos mesmos, tipos de resposta requerida e tipos de conseqüências disponibilizadas. São discutidos os benefícios de atentar para as demandas metodológicas da pesquisa analítico-comportamental. Discute-se, ainda, o papel dos analistas do comportamento diante da relativa carência de trabalhos sobre o assunto e da necessidade de desenvolvimento de programas de prevenção e de educação de pais e familiares de pessoas portadoras de autismo.


Pesquisa no link abaixo (Resumo retirado da pesquisa).

Obs: Não é do interesse a publicação de artigos científico, já que os mesmos apresenta constantes termos técnicos, mas como os leitores estão encaminhando, vamos publicar e em caso de esclarecimento sobre termos técnicos coloquem em comentários que iremos esclarecer ou encaminhem um email para: aautistafs@gmail.com, que estarei esclarecendo nos comentários para facilitar visualização de todos.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Autismo – Terapia (fonte no final do texto)


  Para lidar com indivíduos autistas, utilizamos o Método ABA (Applied Behavior Analysis – Análise do Comportamento Aplicada). O método tem alta taxa de sucessos e, por conta disso, o governo americano escolheu esse método como o tratamento psicológico por excelência para indivíduos autistas. Um movimento semelhante está acontecendo em São Paulo, no sentido de pedir que o governo passe a dar auxílio financeiro a pais que desejem tratar os filhos com o ABA.

  O trabalho com crianças autistas tem por objetivo integrar a criança à comunidade da qual ela faz parte. Para isso, a intervenção é planejada e executada cuidadosamente, abrangendo as atividades das crianças em todos os ambientes freqüentados por ela: escola, casa, lazer, etc. Também acompanha-se o trabalho do psiquiatra (quando existente), pois a comunicação entre diferentes profissionais permitem um maior conhecimento das habilidades da criança.
  Antes da execução da intervenção, realiza-se uma avaliação do repertório da criança, identificando seus pontos fortes e fracos. Com base na avaliação, planos educacionais são criados, direcionados a dificuldades de aprendizagem, dificuldades emocionais, e dificuldades sociais e de comunicação. Os planos educacionais são particulares para cada criança, garantindo adequação às suas necessidades e às suas preferências. Isso permite um aprendizado estruturado, rápido e contínuo. São feitos de modo que os objetivos a serem alcançados sejam claros e observáveis, permitindo que os pais acompanhem de perto o sucesso da intervenção. A análise do comportamento tem demonstrado ser possível ensinar qualquer tipo de habilidade para a criança, inclusive o reconhecimento de emoções e o comportamento emocional propriamente dito.
  Dois tipos de comportamento recebem atenção especial: habilidades sociais e de comunicação e habilidades A interação social é trabalhada por meio de atividades de brincadeiras e reconhecimento de expressões e sentimentos. Durante toda a terapia, e no acompanhamento escolar, atenção social intensa é dada à criança, de modo a tornar a interação com o outro interessante.
  As habilidades de comunicação, por sua vez, são ensinadas passo a passo, iniciando pelo aprendizado de pedidos e repetição de palavras. Depois, avança-se para nomeações e formação de frases simples. Em seguida, começa-se o treino de conversação. Finalmente, programa-se o ambiente para a ocorrência de diálogos espontâneos com a criança. Além da interação social e da comunicação, trabalha-se desenvolvimento acadêmico e redução de comportamentos disruptivos e estereotipias.
  Paralelamente ao trabalho terapêutico, os pais e profissionais que lidam com as crianças recebem treinamento em análise do comportamento, tornando-se hábeis na produção e manutenção de comportamentos adequados e nas técnicas para redução de freqüência dos comportamentos inadequados, além de se tornarem aptos a avaliar o desenvolvimento da criança passo a passo. Caso a criança freqüente a escola, acompanha-se seu comportamento no ambiente acadêmico, favorecendo uma mudança mais rápida.

Reportagem e foto retirada do site: http://www.psicologiaeciencia.com.br/autismo-terapia/

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Iniciando contato com uma criança autista

 Ola a todos, quero me desculpar, por andar distante sem ppostar nada, é que como estou em viagem, estou tendo uma certa dificuldade em me conectar, mas agora volto a ativa com um post intereçante de vivencia particular com crianças autistas.

 Toda criança adora interagir, e a criança autista não é diferente, a questão está em como iniciar um vinculo, ou melhor, como ser aceito por ela para se relacionar.
 Durante meu trabalho na AAFS (Associação Autista de Feira de Santana), sempre usei a estrategia de ser percebido pelas mesmas; mas como fazer esse contato se uma criança autista aparenta não nos escutar? Não nos olhar nos olhos? E tem possivelmente um deficit (dificuldade) na verbalização?
 A dica que dou, é prestar atençãoem como ela se comporta (já que a maior parte de nossa comunicação é não verbal), e a uma certa distancia, imita-la, em pouco tempo, ela vai lhe notar, e lhe testar, não se assuste com a palavra teste, ela apenas vai mudar os movimentos realizados e a postura que estas a imitar - aqui é o ponto crucial - deves estar bem atento e aberto a toda forma de comunicação e gesticulação (nada é por acaso), e continue imitando-o na mudança de gestos.
 Após isso, possivelmente ela vai se aproximar de você, e talvez procure contato fisico; ATENÇÃO: deixe o contato por conta dele, só retribua o que ele fizer, inicialmente será muito breve esse contato, asm não se preocupe, a criança vai lhe procurar para amnter esse vinculo.
Pronto, contato feito. Espero que gostem e comentem as experiencias de voces.

Victor Pereira